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Como orçar EPI

Ainda utilizando como base Curva ABC de Insumos, veremos esta semana como orçar o Equipamento de Proteção Individual (EPI) de uma obra.

Ainda utilizando como base Curva ABC de Insumos, veremos esta semana como orçar o Equipamento de Proteção Individual (EPI) de uma obra.

Temos visto nas empresas diversos métodos de cálculo, uns baseados em consumos históricos, outros meramente “chutados” com a alegação de que “esse item não pesa muito”. Vejamos agora como fazer a conta de uma forma científica, ou seja, baseada em parâmetros e seguindo uma lógica defensável e coerente.

No conceito de EPI enquadram-se todos os equipamentos de uso pessoal que têm por finalidade a proteção do empregado contra lesões à sua integridade física e danos à sua saúde. O fornecimento de EPI é uma obrigação do empregador e, portanto, é um custo que deve ser incorporado ao orçamento da obra.

Os EPI abrangem, portanto, mas não se limitam a (para maiores detalhes, consultar a Norma Reguladora NR-6, do Ministério do Trabalho e Emprego):

Capacete de segurança: para proteção da cabeça contra impactos;
Protetor auricular (tipo plug, tipo concha): para atenuação da exposição ao ruído.
Bota: para proteção dos pés contra perfurações causadas por pregos e outros objetos, proteção contra queda de objetos (bico de aço), proteção contra escorregamento, etc.;
Máscara (vários tipos): para proteção da face em corte de tijolo, cerâmica, madeira, aplicação de tinta, etc.;
Cinto de segurança: para proteção do operário em trabalho em altura;
Luva (de raspa, de látex): para proteção das mãos em trabalhos de corte, carregamento de material, manuseio de produtos, etc.;
Óculos/viseira de proteção: para proteção contra partículas em projeção, brilho excessivo, etc.;

A chave do cálculo do EPI é a composição daquilo que se chama “cesta de EPI”, que é a relação dos EPI por categoria profissional (pedreiro, servente, armador, etc.) e seu custo horário. Para obtenção da cesta de EPI, primeiro listamos os itens com sua respectiva vida útil (em meses) — ou seja, a cada quantos meses o item é reposto (substituído). Dividindo o custo médio mensal do EPI por 176 horas chegamos ao custo horário de EPI.

Em seguida, montamos a cesta de EPI de cada categoria e chegamos a um total de EPI por hora de cada categoria. No exemplo abaixo, a cesta é igual para todos os operários, sendo diferente apenas para o eletricista.

 

Reportando-nos à mesma Curva ABC das semanas anteriores e usando apenas os insumos de mão de obra, chegamos ao custo total de EPI:

Algumas observações:

1. Consulte sempre o Acordo Coletivo do Trabalho em vigor no local da obra, pois os requerimentos de EPI podem variar;
2. Note que nossa cesta foi simplista. A quantidade de EPI pode ser maior e variar de uma categoria para outra;
3. Incluímos filtro solar na relação porque, embora tecnicamente não seja um equipamento, a consideração é idêntica;
4. Na tabela acima só foram considerados os equipamentos de proteção individual. Os equipamentos de proteção coletiva (telas de proteção, cones, faixas, placas de sinalização, etc.) devem ser orçados separadamente.

 

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